Ir para o conteúdo principal

Edição sexta-feira , 17 de agosto de 2018.

Juíza Vera Deboni será empossada na presidência da Ajuris



Carlos Souza (Divulgação)

Imagem da Matéria

A juíza Vera Lúcia Deboni será a 35ª liderança a ocupar a presidência da Associação dos Juízes do RS (Ajuris) desde a fundação da entidade, em 1944. Segunda mulher a ascender ao comando, ela será empossada na quinta-feira (1º), às 17h30, no auditório do Foro Central II, para o biênio 2018/2019, sucedendo a Gilberto Schäfer.

A magistrada estará à frente da diretoria executiva que também é integrada por Orlando Faccini Neto (vice-presidente administrativo), Cristiano Vilhalba Flores (vice-presidente de patrimônio e finanças), Madgéli Frantz Machado (vice-presidente cultural), Patrícia Antunes Laydner (vice-presidente social) e Felipe Rauen Filho (vice-presidente de aposentados).

A Escola da Ajuris terá o desembargador Jayme Weingartner Neto como diretor e o juiz Roberto José Ludwig como vice-diretor.

Vera, de 57 anos, é natural de Chapecó (SC) e formou-se em Direito, em 1984, pela Universidade Federal de Santa Maria. Foi pretora entre 1987 e 1990, quando assumiu como juíza. Jurisdicionou as comarcas de Tupanciretã (pretora), Santo Ângelo, Três de Maio, Santa Maria e Porto Alegre. Desde 1995, atua na área da Infância e Juventude.

Na Ajuris, além do atual cargo de vice-presidente administrativa, já ocupou outros cargos. Ela também foi juíza auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça, tendo atuado no programa Justiça ao Jovem. Durante dez anos foi professora universitária e atualmente integra o corpo docente da Escola da Ajuris.

A primeira mulher a presidir a Ajuris (2006 e 2007), foi Denise Oliveira Cezar.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Ministro que se atrasa e perde sustentação oral não pode julgar ação

Corte Especial do STJ, por maioria, acolhe questão de ordem que debate desconsideração com a advocacia. “Não é possível admitir a livre alteração de quórum, inclusive em instâncias ordinárias, dando margem à violação do juiz natural” – afirma um dos votos.

Rabi-Rabix.blogspot.com

Um por todos, todos por um!

 

Um por todos, todos por um!

Punições do CNJ atingem de juiz ‘barraqueiro’ a ‘vingativo’. Foram 102 sanções aplicadas nos últimos dez anos. A maior parte das punições (82) se deu no curso de 128 processos administrativos disciplinares. As queixas abriram 38 mil procedimentos prévios.