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Edição sexta-feira , 13 de julho de 2018.
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Na história da humanidade um século é um período de tempo de relativa importância.

Se comparado ao tempo de existência do planeta e do ser humano é, simbolicamente, quase como uma fração de segundo.

Sempre nos deparamos com a relatividade das nossas conclusões. É essa relatividade que derruba as convicções, tão próximas da ignorância que impede os avanços civilizatórios.

Em um curto espaço de tempo da história, tivemos os dois maiores flagelos bélicos da humanidade. Em outros largos períodos da história, a humanidade permaneceu praticamente estática em termos de progressos e acontecimentos relevantes.

Em curtíssimo espaço de tempo, nos deparamos, hoje, com a maior revolução vivida pela humanidade - a Revolução Tecnológica. Ela altera profundamente os nossos hábitos, os nossos comportamentos e as expectativas futuras.

Falo nisso, apenas para situar a importância dos 109 anos de existência do Sport Club Internacional em nossas vidas, comemorados em 4 de abril de 2018. Também para nós colorados, os 109 anos de Internacional é pouco. Sabemos da sua vocação. Ela aponta para a eternidade.

Diante da grandeza alcançada, está traçada indelevelmente a sua perenidade. Ele já nasceu destinado ao mundo. Poderia ter sido batizado com outro nome, mas não. Os seus fundadores, altiva e pretensiosamente, em uma reunião realizada em uma pequena casa de um bairro da pequena Porto Alegre, optaram por uma designação que já contemplava a universalidade de seus valores.

O nome já revelava o seu destino, o de romper fronteiras, ganhando o Rio Grande do Sul, as Américas e o Mundo.

À época, o comum era a adoção de nomes modestos, geralmente constritos a uma cidade, a um Estado ou região. Isso já revela uma abismal diferença.

Mas não foi apenas o batismo que traçou seu destino. Soube ele, desde os primeiros passos, romper com barreiras. Foi generoso, abrigando jogadores e torcedores, independentemente da cor e da condição social. Foi essa a característica que determinou a sua popularidade. Ele passou a ser o gigante que é, sendo acolhido em todos os locais, desde palácios até bairros e residências mais modestas.


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