Ir para o conteúdo principal

Edição de sexta-feira , 14 de dezembro de 2018.

Quase 200 anos de prisão!



Sentença proferida pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, condenou ontem (3), o ex-governador Sérgio Cabral (MDB) a mais 14 anos e 5 meses de prisão, por lavagem de dinheiro. Agora, a pena total do ex-governador é de 197 anos e 9 meses de prisão. Cabral está preso desde novembro de 2016.

A sentença admitiu provado que Cabral usou empresas de sua ex-mulher, Susana Neves, e de seu irmão Maurício Cabral para lavar dinheiro de propina pago pela empreiteira FW Empreendimentos Imobiliários e Construções em troca da obtenção de contratos com o Governo do Estado do Rio de Janeiro.

A defesa do ex-governador sustentou – sem êxito - que o dinheiro (R$ 5 milhões) que Cabral recebeu da FW era destinado a financiamento de campanha eleitoral via caixa dois. Mas o empresário Flávio Werneck, o pagador da propina, contou que destinou R$ 15 milhões ao então governador.

Outros três réus na mesma ação também foram condenados: Susana Neves, 8 anos e 4 meses de prisão; Maurício Cabral, 4 anos e 6 meses de prisão; Flávio Werneck, 8 anos e 4 meses de reclusão. (Proc. nº 0504466-15.2017.4.02.5101).


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Arte EV

Balcão de negociação de liminares, via WhatsApp

 

Balcão de negociação de liminares, via WhatsApp

Desembargadora Sérgia Maria Mendonça Miranda vira ré em investigação sobre esquema de venda de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Ceará. Também são acusados oito advogados, três dos quais estão suspensos preventivamente pela OAB cearense

STF julga hoje novo habeas corpus de Lula

A defesa argumenta que Moro é inimigo do ex-presidente e não tinha isenção para julgá-lo, tanto que virou futuro ministro do governo Bolsonaro. A PGR rebate que “a decisão de tornar-se ministro é estritamente pessoal, e a motivação do ex-magistrado em aceitar tal convite não interessa aos autos"

Mais uma denúncia contra Lula: suposta lavagem de R$ 1 milhão

Ele teria influenciado decisões de Teodoro Obiang, presidente da Guiné Equatorial, para a contratação do grupo brasileiro ARG. Um e-mail apreendido afirma que a empresa estava disposta a fazer “uma contribuição financeira bastante importante” ao Instituto Lula. O dinheiro foi contabilizado como doação.