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Porto Alegre (RS), Atualização extra às 8h45 de 23.9.2020
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Uns podem alugar via Airbnb, outros não! Por que?



 De Monica Dutczak, sobre Caso gaúcho pode ser paradigmático para chancelar ou restringir o Airbnb: https://espacovital.com.br/publicacao-37436-caso-gaucho-pode-ser-paradigmatico-para-chancelar-ou-restringir-o-airbnb

“Preciso muito da ajuda do Espaço Vital. Sou Monica Dutczak, atualmente mais conhecida como ´a mulher de Porto Alegre´, a recorrente no recurso especial. Necessário esclarecer que se de fato aqui neste condomínio fosse proibido alugar via Airbnb, teria sido muito mais simples, bem mais econômico e muito menos desgastante para mim, eu me mudar para onde fosse permitido. Não é este o caso.

Desde antes de mim já haviam outros apartamentos, aqui mesmo, que alugavam quartos. Tanto é verdade que levei como testemunha a filha de um casal que hoje já não mora mais aqui. Mas ficou registrado no processo.

Mais importante, e ainda não vi nenhuma matéria jornalística relatar, é que ainda hoje há ao menos outros dois apartamentos - aqui no mesmo Condomínio Coorigha que está me processando - que também são alugados via Airbnb. Tenho ambos os anúncios impressos como prova. Num destes eu mesma fiz uma reserva este mês. Tudo irrefutavelmente comprovado.

Outra coisa interessante é que, embora a assembleia dos condôminos seja soberana, aqui são 104 apartamentos e na assembleia que decidiu me processar foi pelo total de 8 votos. E aqui no prédio são 104 unidades ...

Preciso tornar isto tudo público. Por favor me ajudem. Não é razoável que uns possam e outros não...

 De João Elpídio de Almeida Neto, procurador municipal, também sobre Caso gaúcho pode ser paradigmático para chancelar ou restringir o Airbnb:

“O gaúcho é reconhecido como o povo mais beligerante do Brasil, quiçá do Planeta. Batemos recordes na interposição de ações judiciais. Esta que trata das locações via Airbnb é mais uma prova disso. Litigar no Brasil é ainda muito barato, pois se assim não fosse haveriam mais composições para solução de litígios. Efetivamente temos muito a aprender”.

De Saulo Vieira Rinaldi, advogado, sobre Devedor do Banrisul por sete anos:https://espacovital.com.br/publicacao-37416-devedor-do-banrisul-por-sete-anos

“Ganha um empréstimo em banco oficial, por sete anos, a carinhosos juros de 1% anual, quem conseguir acessar, no saite do TJRS, as informações processuais da comarca de Ibirubá, para saber em quantas ações em que o Banrisul é parte, o juiz Ralph de Moraes Langanke se deu por suspeito. Por enquanto, façam suas apostas: 1, 2, 3, 5, 10, 30... ou 50? Quem dá mais?”

• De Leandro do Amaral Wichinewsky, estagiário, também sobre Devedor do Banrisul por sete anos.

“Madame Tartaruga foi vista na comarca de Ibirubá, procurando consertar o sistema local de informações processuais. O réptil retornou a Porto Alegre sem sucesso”.


A PALAVRA DO LEITOR

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