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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de abril de 2021.
(Próxima edição: terça-feira, 20).

O palhaço anárquico



Rede Globo/Cedoc/Divulgação

Imagem da Matéria

“Chacrinha - Eu Vim Para Confundir e Não Para Explicar” está em cartaz em várias capitais brasileiras, mas ainda não entrou na programação dos cinemas gaúchos. O documentário revela as origens de Abelardo Barbosa, como começou na tevê e o pioneirismo de sua carreira.

Foram entrevistadas 20 pessoas para o filme, incluindo os dois filhos e a viúva de Chacrinha, Luciano Huck, Boni, Angélica, Rita Cadillac e Gugu Liberato (este poucas semanas antes do acidente fatal) na Florida.

O longa mostra o "palhaço anárquico" na frente das câmeras e o "workaholic exigente e meticuloso" nos bastidores. Chacrinha chegava a colocar a mulher, Florinda, para assistir o programa de Flávio Cavalcanti para decupar, minuto a minuto, a atração concorrente para que ele soubesse o que acontecia na concorrência.

Outro episódio relatado no documentário foi a briga com Carlos Augusto Montenegro, o dono do (agora, 2021) finado Ibope. É que Chacrinha contestava - após sair da Globo, em 1972 - que estivesse com a audiência declinante. Então, repetia no ar o telefone da casa de Montenegro, conclamando os telespectadores a ligarem dizendo que “viam o programa”.

Como resposta, o ibopeano Montenegro dizia, a cada um que telefonava, uma frase alvissareira, mas tumultuante: “Parabéns, você ganhou um carro popular, que deve ser buscado amanhã no estúdio do Chacrinha”.

Ninguém jamais recebeu automóvel algum, claro.


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